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Como o estado gera uma histeria coletiva - cinco maneiras
Histeria coletiva também é possível em uma sociedade livre, mas há mecanismos de auto-correção

história da histeria coletiva, ou doença sociogênica em massa, é fascinante. Casos de histeria coletiva são documentados desde a Idade Média

Aqui, iremos mencionar apenas alguns dos casos mais recentes.

Quando uma peça de rádio de Orson WellesGuerra dos Mundos, foi transmitida em 1938, logo após o suspensão do Acordo de Munique, a peça supostamente causou pânico entre seus ouvintes, que pensavam estar sob o ataque de marcianos.

Outro caso intrigante foi o de um episódio de uma série de televisão portuguesa chamada Morangos com Açúcar. Neste episódio, os personagens foram infectados por um vírus fatal. Após o programa, mais de 300 alunos relataram sintomas semelhantes aos vivenciados pelos personagens do programa de TV, como erupções na pele e dificuldade para respirar. Algumas escolas chegaram até mesmo a suspender as aulas. O Instituto Nacional de Emergências Médicas de Portugal concluiu que o vírus não existia na realidade e os sintomas eram causados por histeria coletiva.

Da mesma forma, no voo 203 da Emirates, em setembro de 2018, dezenas de passageiros começaram a acreditar que estavam doentes após observar outros passageiros com sintomas semelhantes aos da gripe. Como consequência do pânico, todo o voo foi colocado em quarentena. No final, apenas alguns passageiros de fato apresentaram um resfriado comum ou uma gripe sazonal.

Nocebo e placebo

É amplamente sabido que existem efeitos nocebo, que são opostos aos efeitos do placebo. Devido ao efeito placebo, uma pessoa se recupera de uma doença porque ela espera se recuperar. Por outro lado, quando sofremos o efeito nocebo, adoecemos simplesmente porque esperamos adoecer.[1] 

(Em um caso famoso, um homem tentou suicídio. Ele acreditava estar engolindo vinte e nove cápsulas de uma droga experimental. No entanto, elas eram na realidade placebos. Mas ele realmente acreditava que estava se matando. Chegou ao hospital com pressão arterial extremamente baixa e outros sintomas graves. Quando o médico do ensaio clínico chegou e lhe disse que ele havia tomado apenas placebos, o homem se recuperou em apenas quinze minutos.)

Em uma espécie de profecia autorrealizável, a expectativa pode causar os sintomas. A ansiedade e o medo exacerbam esse processo. (Hoje já está comprovado que, durante a gripe espanhola, o pânico contribuiu para mortes que de outra forma não teriam ocorrido.)

histeria coletiva pode causar sintomas nas pessoas. Adicionalmente, a histeria, seja ela coletiva ou não, faz com que as pessoas se comportem de maneiras que pessoas prudentes não-afetadas pela histeria considerariam absurdas. 

O campo das pesquisas empíricas ainda está totalmente aberto para investigar se — e em que amplitude — o mundo tem sofrido histeria coletiva durante a epidemia de covid-19 (vale lembrar que a pressão psicológica e a ansiedade sofrida pela população durante os lockdowns foram enormes.)

Todos nós vimos pessoas acumulando papel higiênico e usando máscaras enquanto dirigiam sozinhas em seus carros. Conhecemos pessoas que praticamente não saíram de suas casas por meses. E também conhecemos pessoas que têm medo do vírus, embora seu próprio risco de morte seja minúsculo.

O estado e o estímulo à histeria coletiva

Embora investigar a possibilidade de uma histeria coletiva gerada pelo corona seja certamente interessante, o objetivo aqui é abordar outra questão mais fundamental: até que ponto a existência do estado pode exacerbar as histerias coletivas. 

Certamente, é possível haver casos de histeria coletiva em uma sociedade livre, devido ao viés de negatividade do cérebro humano. Nós tendemos a nos concentrarmos em notícias negativas e sofremos estresse psicológico quando pensamos que não temos o controle da situação. 

Isso também pode acontecer em uma sociedade livre, quando predominarem notícias negativas. Entretanto, em uma sociedade livre existem certos mecanismos de auto-correção que tornam mais difícil uma histeria coletiva sair do controle. Existem estratégias bem conhecidas para reduzir o medo e a ansiedade. 

Em uma sociedade livre, as pessoas são livres para fazer uso dessas estratégias. Pode-se liberar a tensão do corpo por meio de esportes e exercícios. Adicionalmente, é essencial se distrair das notícias negativas e se socializar. Em uma sociedade livre, essas distrações são abundantes.

É verdade que a histeria pode levar as pessoas a infligirem enormes danos a si mesmas e aos outros. No entanto, em uma sociedade livre, há uma essencial restrição para a destruição causada pela histeria coletiva: os direitos de propriedade privada. 

Em uma sociedade livre, a histeria coletiva não tem como gerar uma violação maciça dos direitos de propriedade privada pelo estado, simplesmente porque o estado não existe.

Além disso, ao passo que qualquer pessoa histérica em relação à saúde pode fechar voluntariamente seu negócio, usar uma máscara ou ficar em casa, em uma sociedade livre ninguém pode coagir terceiros inocentes e que não sucumbiram à histeria a fecharem seus negócios, usarem máscaras ou ficarem em quarentena. Isso seria uma agressão explícita à propriedade privada de terceiros inocentes.

Uma pequena minoria que continua a viver sua vida normal e é livre para fazê-lo pode ser um chamado de alerta para aqueles que sucumbiram à histeria coletiva. Imagine que um pequeno grupo de pessoas continua normalmente fazendo compras, indo trabalhar, respirando livremente e encontrando-se com amigos e familiares. E tudo isso sem morrer. Outros poderão seguir seu exemplo. Consequentemente, o grupo de histéricos irá diminuir.

Embora a destruição infligida pela histeria coletiva seja limitada pelos direitos de propriedade privada em uma sociedade livre, tais limites não existem quando há um estado (a obra clássica de Gustave Le Bon sobre a psicologia das massas e sua irracionalidade é indispensável). Com efeito, um grupo bem organizado que sucumbiu à histeria coletiva pode obter o controle do aparato estatal, atentar contra a propriedade privada impondo medidas coercitivas ao resto da população e, com isso, infligir danos inauditos. 

Cinco maneiras como o estado exacerba a histeria coletiva

A possibilidade de histeria coletiva é uma razão importante pela qual a instituição do estado — e a possibilidade este estar sob o comando dos histéricos — é tão perigosa.

Ademais, embora em uma sociedade livre existam mecanismos que reduzem o pânico coletivo, a histeria coletiva pode ser exacerbada pelo estado por várias razões:

Em primeiro lugar, o estado pode — e, com efeito, ele de fato fez isso durante a epidemia de covid-19 — proibir e restringir as atividades que reduzem medo e ansiedade, como esportes e diversão. 

O estado, na prática, promove o isolamento social, contribuindo para a ansiedade e a tensão psicológica, ingredientes que estimulam a histeria coletiva.

Em segundo lugar, o estado adota uma abordagem centralizada para lidar com a fonte da histeria; no nosso caso, a ameaça de um vírus. 

Como consequência, não há nenhuma — ou muito pouca — experimentação prática para resolver o problema, pois o estado impõe apenas a sua solução. Pessoas que não sucumbiram à histeria e se opõem à abordagem do estado são reprimidas. Elas não podem demonstrar formas alternativas de enfrentar a "crise", pois essas formas alternativas foram proibidas pelo estado. 

Desta maneira, o pensamento de manada aumenta e a histeria se retroalimenta, pois nenhuma alternativa é mostrada às pessoas.

Terceiro, havendo um estado, a mídia é frequentemente politizada. 

Os meios de comunicação e as plataformas de mídia social mantêm relações estreitas com o estado. Os meios de comunicação ou podem ser de propriedade direta do estado, como canais de TV públicos, ou podem precisar de licenças estatais para operar, ou podem depender de verbas publicitárias do estado, ou podem simplesmente buscar agradar agências estatais ou mesmo empregar pessoas que foram educadas em escolas estatais. 

Essas agências de notícias e plataformas de mídia social se envolvem em maciças campanhas de notícias negativas, intencionalmente visando a assustar as pessoas, e suprimem totalmente informações alternativas. 

Se as pessoas ouvem, assistem ou leem histórias negativas e unilaterais durante todo o dia, seu estresse psicológico e ansiedade irão aumentar. A histeria coletiva patrocinada por um setor tendencioso da mídia pode ficar fora de controle.

Quarto, notícias negativas divulgadas por fontes tidas como confiáveis são especialmente prejudiciais para a saúde psicológica e produzem ansiedade. 

Se existe na sociedade uma instituição de poder total, como o estado, que intervém na vida das pessoas desde o nascimento até a morte, as declarações de seus representantes ganham peso. Muitas pessoas atribuem grande autoridade a esses representantes e às advertências das instituições estatais. 

Sendo assim, quando uma autoridade médica conhecida fala em nome do estado e diz às pessoas para se preocuparem e usarem máscaras, torna-se mais fácil desenvolver uma histeria coletiva do que ocorreria em uma sociedade descentralizada.

Quinto, o estado às vezes deseja ativamente instilar medo na população, contribuindo assim para a produção de histeria coletiva. 

Com efeito, durante os primeiros meses da epidemia de corona, um documento interno do Departamento do Interior da Alemanha vazou para o público. No estudo, os especialistas recomendavam que o governo alemão ativamente instigasse o medo na população alemã. O artigo recomendava aumentar o medo por meio de três medidas de comunicação. 

a) as autoridades devem enfatizar os problemas respiratórios dos pacientes com Covid-19, pois os seres humanos têm um medo primordial da morte por asfixia, o que pode facilmente desencadear o pânico. 

b) o medo também deve ser instilado nas crianças. As crianças podem ser infectadas facilmente quando se encontram com outras crianças. Elas deveriam ser informadas de que, quando elas, por sua vez, infectassem seus pais e avós, estes poderiam sofrer uma morte dolorosa em casa. Essa medida pretende invocar sentimentos de culpa. 

c) as autoridades devem mencionar a possibilidade de danos irreversíveis de longo prazo após uma infecção por Covid-19 e a possibilidade de morte súbita de pessoas que já foram infectadas. 

Todas essas medidas visavam a aumentar o medo na população. O medo, afinal, é a base do poder de todo governo

Como H.L. Mencken colocou:

Todo o objetivo prático da política é manter a população em constante estado de alarme (e, portanto, clamando para ser conduzida à segurança), ameaçando-a com uma série infinita de monstros, todos eles imaginários.

Para concluir

A histeria coletiva é possível em uma sociedade livre, mas existem mecanismos de auto-correção, e o dano que essa histeria pode infligir é limitado pela aplicação dos direitos de propriedade privada. 

Já o estado, ao contrário, amplifica e exacerba o pânico coletivo, causando uma devastação tremenda. O que seriam surtos locais, limitados e isolados de histeria coletiva em uma sociedade livre, o estado pode converter em uma histeria coletiva global. 

Infelizmente, não há limite para o dano que a histeria coletiva pode causar à vida e à liberdade caso ela tome conta do governo, uma vez que o estado não respeita a propriedade privada. 

A violação inescrupulosa das liberdades básicas durante a epidemia de Covid-19 é um exemplo disso. 

A possibilidade de histeria coletiva é outra razão pela qual o estado é uma instituição tão perigosa de se ter.

Por último, vale uma observação de cunho mais espiritual.

Há inevitáveis consequências práticas quando uma população deixa de acreditar em Deus e passa a acreditar no estado. Quando as pessoas se afastam da religião e param de acreditar em uma vida após a morte, elas começam a temer mais a morte. Um forte medo da morte é outro fator que contribui para o pânico, os distúrbios e a histeria coletiva. 

Como disse Erik von Kuehnelt-Leddihn

É difícil temer a morte quando se é muito devoto. É difícil não adorar a saúde quando se teme a morte. É difícil impor a saúde geral sem uma intervenção estatal em grande escala, e é igualmente difícil imaginar um aumento da intervenção estatal sem a perda de liberdades.

__________________________

Leia também:

A tirania, enquanto ela vigora, não é reconhecida por suas vítimas


autor

Philipp Bagus

é professor adjunto da Universidad Rey Juan Carlos, em Madri.  É o autor do livro A Tragédia do Euro.  Veja seu website.


Tradução de Leandro Roque

  • Imperion  21/12/2020 19:33
    Muito bom!
  • Arthur  21/12/2020 19:36
    Já notaram que existe uma diferença comportamental entre a população das grandes cidades e a população do interior?

    A população das grandes cidades em quase nada se distingue de ovelhinhas. Todo mundo obedece sem questionar o que políticos e mídia mandam.

    Já o povo do interior tem mais hombridade e menos medo.

    Eu sempre imaginei que isso fosse por causa do maior conservadorismo interiorano, mas a questão da religião apontada ajuda muito também a explicar o fenômeno.
  • Artista Estatizado  21/12/2020 19:45
    Da minha experiência pessoal parece estar sendo assim mesmo. Ao se comparar uma cidade de 350 mil habitantes (considerada uma capital regional) com outra de 60 mil a diferença no comportamento é gritante
  • Régis  21/12/2020 19:46
    Mas é isso mesmo. As capitais e as grandes cidades, além de serem barris de pólvora, são dominadas pela mentalidade da esquerda universitária revolucionária. Trata-se de uma população que fica facilmente de joelhos para as últimas tendências progressistas. Obedecem tudo, facilmente. Se surgir um ditador verdadeiramente progressista, todos obedecerão. E ainda execrarão quem se atrever a questionar. Substituíram Deus por políticos e jornalistas, que são a nova divindade.

    Já no interior ainda há um conservadorismo. Há mais religiosidade. E há mais ética do trabalho. Essa ideia de todo mundo ficar em casa, sem trabalhar, para se proteger de um vírus (cuja taxa de sobrevivência é de 99,95%) é vista como total aberração. Coisa de frouxo, almofadinha, filhinho de papai que pode viver de herança.
  • Carioca gozador  21/12/2020 19:52
    São Paulo capital é, dentre todas as grandes cidades do sudeste, a que mais está condenada. Cinco milhões e trezentos mil eleitores dividiram seus votos entre dois candidatos ultra-progressistas e delicadíssimos. Um defende o confisco de propriedades (utilizando versos de Chico Buarque como arma). O outro proíbe que você saia de casa, e ainda manda soldar portas.

    Ambos são completamente efeminados, utilizam máscara até pra andar dentro de casa. Ambos ficam de joelhos para tudo o que diz a classe jornalística. Ambos se borram de medo de gripe. E ambos exigem que toda a cidade também tenha medo de gripe.

    E cinco milhões e trezentos mil eleitores fizeram genuflexão para esses dois.
  • Imperion  21/12/2020 22:48
    Sao Paulo aceitou a horda que migrou pra lá pra receber assistencialismo, os políticos ficaram de boa pra receber o votos dessas pessoas que produzem pouco, mas que são ávidas pra receber do estado o que é tirado dos reais contribuintes.

    É um processo normal: para pagar os assistencialismos precisa cobrar mais impostos, as empresas vão embora e deixam os assistencialistas pra trás.

    O governo local enfia mais impostos na classe media e começa a guerra de classes. E o processo continua quando os assistencialistas se mudam pras cidades que crescem por receber as empresas que se mudaram pra lá. Os assistencialistas votam em políticos assistencialistas que os sustentam e afastam os produtivos.
  • Bruno  21/12/2020 20:49
    Sempre morei no interior é isso mesmo. O único problema de morar em cidades pequenas é a fofoca e dar opinião na vida alheia. Mas o restante é bem bom, na minha cidade o prefeito não fechou nada desde começou o corona, vivemos uma vida normal, apenas com uso de mascaras e bares até meia noite. O medo que a propaganda do governo causou, rápido desapareceu da mentalidade das pessoas, tivemos poucas mortes, mas a vida continuou. Ao contrario de familiares que estão a meses sem sair de seus apartamentos. Alguns conhecidos comentaram se falisse por causa do prefeito que mandou fechar o negócio, iria mandar bala, essa falsa utopia é causada a partir de ameaças mesmo, interesse políticos, intervenção das famílias mais ricas e das próprias igrejas (antigamente era a católica, mas as igrejas protestantes estão mais poderosas.)
  • Marcelo  23/12/2020 11:13
    Quem está a gerar a histeria coletiva não é o Estado, mas sim a grande mídia.
  • Julio  25/12/2020 13:14
    Lamento discordar de você Arthur. Nasci e vivi boa parte do meu tempo no interior. Lá as pessoas/famílias são extremamente conservadora. Qualquer notícia ruim a histeria se propaga a uma velocidade supersônica. Os noticiários de TV ou mesmo rádio são acompanhado no mais alto volume capaz de ser ouvido estando em qualquer ambiente da casa e à distância. Basta passar nas ruas no horário, sentar no meio-fio, e seguir o show de horrores do noticiário. O interior é o ponto de encontro entre duas gerações - a que está indo, a idosa e a que está chegando, a juventude. Entre as duas formou-se um vácuo de gente histérica, não menos estúpida, que trocou o sossego do interior por aterrorizar os grandes centros. A diferença das duas populações é que no interior os meios de informação são escassos ou buscados através de fofoca na praça central. Com raríssima exceção alguém abre um jornal de papel ou online para se informar. Esta realidade, embora em menor grau também, está presente nos grandes centros.
  • Samor  25/12/2020 22:20
    Há uma diferença entre, de um lado, as pessoas se informarem pelos meios de comunicação tradicionais (que realmente é o que ocorre no interior) e, de outro, acreditarem piamente neles e se deixarem guiar por eles.

    A população do interior ainda assiste à Globo, mas está longe de ser guiada por ela. Aliás, sempre que converso com as pessoas mais simples, nenhuma delas acredita em Globo. E nem em veículos progressistas. Elas costumam acreditar no exato oposto do que diz a Globo.

    Tanto é que sempre que a Globo apoia/detona um político, esse político desaba/cresce no interior.
  • Felipe  25/12/2020 23:04
    Moro no interior e você tem razão.
  • anti estado  08/01/2021 01:40
    voce tem razão. Moro em uma capital e aqui o gado é manso. No interior as pessoas são diferentes. Não é so no br, no eua é assim tambem
  • Joel  21/12/2020 19:55
    E além disso tudo, imagine se um dos histéricos faz parte do estado, daí o loop infinito do medo é ainda mais aplificado...
  • Carlos Alberto  21/12/2020 20:07
    A última agora para assustar o populacho é dizer que surgiu uma nova cepa vi-o-len-tís-si-ma no Reino Unido, e que se todo mundo não se trancar em casa, essa nova cepa vai pegar tudo mundo (como um bicho-papão) e aí nem sequer as vacinas poderão funcionar.

    E o mais bizarro é que tem realmente uma baralhada de gente que acredita nisso. Mídia e governos sambando na cara do povo, e o povo pedindo mais.
  • Daniel  21/12/2020 20:22
    Isso apenas mostra como o globalismo não brinca em serviço: quando era para acontecer o Brexit, anuncia-se uma nova cepa "muito mais infecciosa" justamente no Reino Unido.

    Mas é óbvio que é só coincidência...
  • Joel  21/12/2020 20:23
    mesmo já tendo estudos mostrando que se essa suposta nova cepa realmente existe ja ta circulando desde setembro
  • Joel  21/12/2020 20:30
    se realmente existe*
  • Rafael  21/12/2020 20:32
    Os caras simplesmente mandaram cancelar o Natal, e todo mundo ficou de quatro.

    Resultado de uma geração FROUXA, sem testosterona e que acredita em soluções do governo para as questões privadas.
    O pesadelo só começou, SNOWFLAKES!
  • ze das couves  21/12/2020 20:18
    a maior surpresa que tive ao longo da pandemia foi ver como pessoas que reputava como inteligentes (e o são em muitos sentidos, mas...), se entregam ao desvarios da mídia interesseira em relação a cair na onda de desespero e messianismo da "vacina" como cura de todos os males...

    por favor!!!!!!! um amigo de posses, me disse que não acredita que o governo não deixaria uma vacina com potencial perigo fosse aplicada na população!... pedi para que ele pegasse qualquer livro de história, abrisse em qualquer página e entao lesse o que pessoas são capazes de fazer com outras pessoas e o que governos são capazes de fazer com seu próprio gado...

    santa inocência...
  • Rafael  21/12/2020 20:26
    Este senhor italiano vale mais do que 100.000 desta nova geração de FLOQUINHOS DE NEVE que temos hoje.

    Afetados, starbuckianos.

    twitter.com/allanldsantos/status/1340850652600295426
  • anônimo  21/12/2020 20:28
    Quem vive com medo da morte JÁ ESTÁ MORTO.
  • anônimo  21/12/2020 21:03
    A população está sendo infectada por outro vírus: O progressismo.

    Essa última eleição em SP foi uma vergonha total, 2 candidatos ultra-progressistas no segundo turno, e quem venceu foi uma marionete do Doria, realmente lamentável.
  • Estado máximo, cidadão mínimo.  21/12/2020 21:34
    Assistam o filme "Demolidor" com o Stallone e Snipes e divirtam-se com as bizarras coincidências.
  • Bruno   21/12/2020 22:10
    Quem aqui vai tomar a vacina? Se os nossos planos e as empresas não quiserem clientes não vacinados? Alias, olha só que loucura, nem isso seria possível no Brasil, porque não tem segurança juridica e o contrato não vale nada, seria ''clausula abusiva''.
  • Fabrício  21/12/2020 22:50
    Eu não vou. Mesmo que a vacina fosse criada por uma farmacêutica suíça, 100% privada e com zero auxílio do governo, eu não tomaria.

    1) A vacina da gripe, que já existe há décadas, tem apenas 50% de eficácia. Não há a mais mínima chance de qualquer vacina desenvolvida em três meses ser melhor do que isso.

    2) Qualquer vacina precisa de pelo menos dez anos de prova para se saber se há efeitos colaterais.

    3) Quem tomar uma vacina elaborada às pressas (não interessa se é da Pfizer ou de uma estatal chinesa) corre o risco de, daqui a alguns anos, se descobrir infértil, impotente, cego, surdo, com deficiência motora, com definhamento de algum órgão, ou coisa semelhante.

    4) Por que se arriscar para tomar uma vacina (feita às pressas) contra um resfriado (Covid-19 é resfriado, e não gripe) cuja taxa de sobrevivência é de 99,95%?

    5) Qualquer adulto com menos de 70 anos e que seja minimamente sensato deveria ficar longe de uma vacina feita às pressas. E o fato de, aqui no Brasil, uma vacina feita pelo governo chinês (a qual não é usada nem na China e nem em nenhum outro país do mundo) estar sendo estrepitosamente defendida por políticos (que certamente estão recebendo agrado$ desses laboratórios) deveria aumentar ainda mais a desconfiança.

    Forçar o indivíduo a correr esse risco é um atentado às mais básicas liberdades civis. Qualquer pessoa que defenda isso tem de ser fisicamente removida da sociedade, pois representa um perigo real e imediato à vida e à integridade física do indivíduo.
  • Fabrício  21/12/2020 22:53
    Em suma, o problema são os possíveis efeitos colaterais de longo prazo, os quais são impossíveis de serem descobertos nestes ínfimos três meses em que a vacina foi criada e produzida.

    É por isso que toda vacina leva quase uma década para ser homologada: para saber seus possíveis efeitos de longo prazo. Pode acontecer de tudo no longo prazo: cegueira, mudez, perda de audição, de olfato, de paladar, de coordenação motora, infertilidade, impotência, células cerebrais etc.

    Qualquer pessoa que venha a público dizer que "pode tomar sem medo" certamente está recebendo propina de laboratório. Ou então é uma pessoa tremendamente ingênua e ignorante. É simplesmente impossível você garantir que uma vacina criada em três meses é 100% segura e não gera nenhum efeito colateral de longo prazo.

    Aliás, por que você acha que as próprias farmacêuticas já apresentaram cláusulas que as isentam de serem processadas em caso de efeitos colaterais?

    oglobo.globo.com/sociedade/vacina/pfizer-quer-isencao-de-responsabilidade-em-eventuais-efeitos-colaterais-da-vacina-contra-covid-19-diz-ministro-1-24801270
  • ANTONIO JORGE BARBOSA  21/12/2020 23:09
    Esclarecedor. Muito bom.
  • márcio  22/12/2020 00:16
    Então não existe a Covid-19? É tudo uma "histeria coletiva" gerada pelo Estado? Então, o estado não deveria ter feito nada e deixar as pessoas morrerem? Se não fossem as medidas de isolamento social, muito mais gente teria morrido.
    A Nova Zelândia que é o país onde morreu menos gente, aplicou lockdown. O Brasil nem chegou a aplicar lockdown, pois o lockdown não foi a realidade para a grande maioria das pessoas, ou alguém consegue sobreviver recebendo R$ 600,00 (depois R$ 300,00) por mês? A grande maioria das pessoas tiveram de seguir trabalhando.
  • Santos  22/12/2020 01:04
    "Então não existe a Covid-19?"

    Existe um surto de resfriado (Covid-19 é resfriado, e não gripe), que em nada difere de outros surtos de resfriado que frequentemente ocorrem. A diferença é que este virou um espetáculo midiático, o qual conta maciçamente com a baixa inteligência e com o fácil amedrontamento da população.

    Toda e qualquer morte — que sempre ocorreu (eu mesmo tenho três parentes que em anos anteriores morreram de gripe e resfriado) — é apresentada como estatística aterrorizante pela mídia.

    Mas a taxa de sobrevivência de adultos infectados é de 99,98%.

    Vai ficar debaixo da cama com medo disso?

    "É tudo uma "histeria coletiva" gerada pelo Estado?"

    Majoritariamente pela mídia em conluio com o estado. Mas o pior de tudo é ver marmanjos como você se borrando de medo. Ao passo que seus ancestrais, na primeira metade de década de 1940, foram enviados à Europa para uma morte quase certa, você está aí encolhidinho embaixo da cama com medo de um resfriado cuja taxa de sobrevivência é de 99,98%. Que vergonha.

    Como diz o provérbio oriental: Homens fortes criam tempos fáceis; tempos fáceis geram homens fracos; homens fracos criam tempos difíceis; e tempos difíceis geram homens fortes.

    Estamos na transição da terceira para a quarta etapa. Mas você já foi reprovado na terceira.

    "Então, o estado não deveria ter feito nada e deixar as pessoas morrerem?"

    É isso aí. Quem salva pessoas são políticos, né? Não disse que você era um bosta? E o pior é que você se orgulha disso.

    "Se não fossem as medidas de isolamento social, muito mais gente teria morrido."

    Os países (e estados americanos) que aplicaram os lockdowns mais rígidos foram os que apresentaram as maiores taxas de mortalidade per capita. Bélgica, Espanha, Itália, Reino Unido, Nova York, Argentina, França.

    "A Nova Zelândia que é o país onde morreu menos gente, aplicou lockdown."

    A Nova Zelândia, pelo visto, é o único "caso de sucesso" que restou, mas ninguém fala que o país simplesmente fechou suas fronteiras para todo e qualquer estrangeiro (os únicos vetores do vírus). Quem chegava ao país (que é uma ilha e não possui fronteiras secas) era obrigado a ficar 15 dias em quarentena.

    Se Bolsonaro tivesse fechado os aeroportos e proibido a entrada de todo e qualquer estrangeiro, e ainda obrigado os brasileiros vindos do exterior a ficarem trancados por 15 dias, a Globo estaria hoje fazendo reportagens 24 horas por dia mostrando como o setor de turismo foi dizimado, como os empregados deste setor estão passando fome, e como o governo federal é autoritário.

    Por favor, decidam-se.

    "O Brasil nem chegou a aplicar lockdown, pois o lockdown não foi a realidade para a grande maioria das pessoas, ou alguém consegue sobreviver recebendo R$ 600,00 (depois R$ 300,00) por mês? A grande maioria das pessoas tiveram de seguir trabalhando."

    Lembro-me perfeitamente de ver cidades completamente desertas em março, abril e maio. Mas, segundo você, delirei…

    Dica sincera: man up.
  • BlackeagleBR  22/12/2020 13:54
    Santos falou tudo! Concordo contigo em 100%!
  • Otávio  22/12/2020 01:13
    Vou repetir o que já disse em outro lugar: ninguém morreu de gripe normal este ano. Por quê? Pergunte a qualquer médico ou enfermeiro que trabalha em hospital ou pronto-socorro: todos eles são obrigados a declarar "Covid-19" como causa mortis de qualquer pessoa que tenha morrido de qualquer outra doença.

    Motivo: planos de saúde e seguros de vida, por lei, são isentos de arcar com os custos de mortes causadas por uma pandemia, o que faz perfeito sentido econômico.

    www.conjur.com.br/2020-abr-01/direito-civil-atual-seguros-privados-cobrem-eventos-associados-pandemias

    E eu nem acho que eles estão errados. Ao contrário: não faz sentido eles serem obrigados a pagar por algo que não está no contrato e cuja veracidade ninguém comprova.

    Mas o ponto é: por causa dessa prática, esse número oficial de mortos divulgado está extremamente inflado. Pessoas que efetivamente morreram de Covid (e não com Covid) não chega nem às metade do divulgado. E estou sendo conservador na estimativa (tem médico que jura que o número real não chega a 20% do divulgado).
  • Carlos A.  22/12/2020 01:15
    Peguem as estatísticas de excesso de morte nesse ano em relação ao ano passado e vocês verão a farsa que tá por trás disso tudo.

  • anônimo  22/12/2020 01:19
    A Suécia está com o menor número de mortes totais desde 2010.

    www.statista.com/statistics/525353/sweden-number-of-deaths/

    Ou seja, fosse eu um pouquinho mais cínico, diria que a Covid aumentou a expectativa de vida dos suecos.

    E tem mais: o número diário de mortes totais de 2020, comparado aos anos anteriores, mostra uma história semelhante.

    Veja que, no índice semanal, o pico foi entre a 13a e 21a semana:

    www.statista.com/statistics/1115707/sweden-number-of-deaths-per-week/

    Ou seja, após dois meses e meio sem confinamento rígido, o número de óbitos começou a voltar ao "normal".

    Daqui a algumas décadas, historiadores e jornalistas mais sérios, não comprometidos com ideologias e politicagens, vão analisar esse período e dar gargalhadas de como fomos imbecis.
  • Eduardo R., Rio  22/12/2020 04:17
  • anônimo  22/12/2020 14:01
    O que apenas comprova que ele acabou de receber o memorando da Nova Ordem Mundial e do Grande Reset de Davos.

    Eis os fatos, de novo:

    A Suécia está com o menor número de mortes totais desde 2010.

    www.statista.com/statistics/525353/sweden-number-of-deaths/

    Ou seja, fosse eu um pouquinho mais cínico, diria que a Covid aumentou a expectativa de vida dos suecos.

    E tem mais: o número diário de mortes totais de 2020, comparado aos anos anteriores, mostra uma história semelhante.

    Veja que, no índice semanal, o pico foi entre a 13a e 21a semana:

    www.statista.com/statistics/1115707/sweden-number-of-deaths-per-week/

    Ou seja, após dois meses e meio sem confinamento rígido, o número de óbitos começou a voltar ao "normal".

    Isso são fatos. Se ele está achando que os hospitais estatais do país estão com dificuldade, então ele deveria rever o modelo de hospital estatal.

    Os EUA têm muito mais casos per capita do que a Suécia, e não se ouve falar de sistema de saúde em colapso.

    Verdades inconvenientes sobre o sistema de saúde sueco
  • Breno  22/12/2020 18:07
    Acrescente aí:

    Número total de mortes na Suécia, de outubro de um ano até agosto do ano seguinte, começando em 1989.

    ibb.co/ZKjK0gZ

    Este é o gráfico que destrói completamente a narrativa de que a Covid-19 era um vírus atípico e que era necessário lockdown para combatê-lo. Não espere nada sobre isso na mídia.
  • Libertarianismo  22/12/2020 11:48
    Fechar estabelescimentos e manter apenas alguns abertos gera aumento exponencial de aglomeração todos os dias. Qual a dificuldade de entender isso? Não era pra evitar aglomeração? Pois claramente as medidas de lockdown aumentam aglomeração.
  • Dallas  22/12/2020 18:11
    Saiu o resumo oficial de 03 dias de vacinação nos Estados Unidos.

    272.000 doses aplicadas até o dia 19/12.

    112.800 relatos de efeitos colaterais.

    Mais de 3.000 ficaram incapacitados de realizar atividades diárias.

    Com 5% de efeitos colaterais, sendo 1% de efeitos graves, talvez mande tanta gente quanto o vírus para os hospitais.

    Relatório oficial do CDC:

    www.cdc.gov/vaccines/acip/meetings/downloads/slides-2020-12/slides-12-19/05-COVID-CLARK.pdf

    www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/index.html
  • Thiago  22/12/2020 18:50
    E isso aí são dados do curtíssimo prazo, ainda faltam o curto, médio e longo prazo pra ser avaliar.

    E a medida que mais e mais gente vai se vacinando, maiores serão (em diversidade e quantidade) a quantidade de efeitos colaterais e até mortes.
  • Caio  22/12/2020 19:25
    Ou seja, estatisticamente, é mais seguro ser contaminado por Covid do que ser vacinado. Com Covid, a taxa de sobrevivência é de 99,95%. Já a vacina, a taxa dos que "escapam sem sequelas graves" é de 99%.
  • robson santos  22/12/2020 20:15
    Vocês caíram nessa fake news..
  • Honesto  22/12/2020 22:42
    Qual explicação então pra Suécia ter tido pior resultado do que os irmãos escandinavos que foi para outro caminho?
  • Humberto  23/12/2020 00:11
    Você deveria se informar melhor. Os dados mostram que as políticas da Dinamarca, da Finlândia e da Noruega foram ainda menos restritivas que as da Suécia.

    Sim, desde junho, Finlândia e Noruega, passaram a adotar políticas menos restritivas que as da Suécia.

    O site "Our World in Data" mostra o índice de rigor ("stringency index") adotado pelos governos. Quanto maior o número, maior o rigor. Finlândia, Dinamarca e Noruega têm números mais baixos que os da Suécia, o que significa que seus governos foram ainda menos rigorosos.

    Não discuta comigo. Discuta com a fonte.

    ourworldindata.org/grapher/covid-stringency-index?stackMode=absolute&time=2020-11-12®ion=World

    Além de não haver obrigatoriedade do uso máscaras, e os finlandeses dizem que para eles "a vida nem mudou muito".

    www.euractiv.com/section/languages-culture/news/finland-europes-quiet-success-in-covid-19-fight/

    De novo: não discuta comigo; vá discutir com os finlandeses.

    Não é à toa que esses países simplesmente sumiram da mídia.

    How Finland and Norway Proved Sweden's Approach to COVID-19 Works
  • ze das couves  22/12/2020 23:27
    para enfrentamento do covid sem histeria:

    1. aumentar sua imunidade através das vitaminas A, C (com zinco é melhor) e D3 (especialmente) + própolis
    2. manter hábitos de higiene (exemplo: lave as mãos! ohhhhhhhhh revolucionario isso em pleno séc. XXI)
    3. evite aglomeraçoes... pode pegar covid e "perder" a carteira

    a grande diferença dessa crise para outras é que agora todo mundo é criador e receptor de noticias em um nível nunca antes visto, todos com seus estimados whatsapp, instagram, twitter e o que mais quiserem!...

    há um fator da escatologia judaico-cristã que explica isso tudo, porém, como isso é só conto de fadas para muitos, deixemos momentaneamente de lado....
  • Liberal Inteligente e educado  23/12/2020 04:20
    Veja o que é "permitido" fazer: saude.estadao.com.br/noticias/geral,veja-o-que-e-permitido-fazer-na-fase-vermelha-de-combate-ao-coronavirus-em-sp,70003560631

    Como exatamente eles pretende fiscalizar 20 milhões de cabeças de gado? Provavelmente nem o exército americano seria capaz disso.

    Se 10% do gado se revoltasse já seria impossível cumprir isso. Mas Boi não sabe fazer conta
  • L Fernando  23/12/2020 15:00
    Ele nem quer saber disso, ele vai curtir as festas em Miami, estado de republicanos e com maior liberdade possivel, ele deveria ir para Califórnia estado Democrata ,esquerdista e liberdades minimas

    t.co/w0bMDHtAGD?amp=1
  • Lucas  23/12/2020 15:59
    Como exatamente eles pretende fiscalizar 20 milhões de cabeças de gado?

    Fiscalização é o menor dos problemas. Sempre tem algum vizinho para denunciar as cabeças de gado desobedientes. "Fiscal voluntário" é o que não falta, infelizmente.
  • Richard Stallman  24/12/2020 04:49
    É o datenismo cultural cumprindo sua função.
  • Carlos  25/12/2020 14:32
    Desculpe não concordar com a conclusão. Sou ateu e não temo a morte, ela virá fatalmente. Como disse alguém ateu antes de mim: porque temer a morte, se ela é o retorno ao Nada de onde vim? Eu não existia antes de nascer e voltarei à não-existência ao morrer. Não haverá diferença entre o antes de nascer e o pós-morte.
  • Henys  28/12/2020 07:53
    Morte faz parte da vida, asssim como vida faz parte da morte, temer ela porque?
    Todo dia a gente morre um pouco, agora vamos deixar eles acabar com a nossa vida e da nossa familia?

    Natureza já ensina a todos a se virarem desde de seu nascimento, e já ensina que se não abrir os olhos o leão vem e devora.

    Mas se essa criatura viver com medo do leão, ela não faz mas nada na vida, e acaba virando um avestruz, enterra a cabeça no chão e fica esperando que seu medo passe, e se depender do leão vai ficar com a cabeça enterrada no chão o resto da vida e das próximas encarnações também, depois vai lá e mete os dentes, adiantou muito ficar com com a cabeça enterradas?

    Quem deixa se levar e controlado pelos outros, acontece o que está acontecendo no mundo inteiro, entregaram suas almas chaves do galinheiro e o controle , pros lobos, raposas, papagaios, abutres..... isso além de não ter cabimento isso vai dar poder ilimitados pra esses fdp, fazerem o que quiser e sempre que quiser, será que ninguém percebe que é controle que eles estão fazendo com a população e um genocidio global, porque as pessoas não morrem só de uma coisa e sim de várias, então as outras e suas consequências deixaram de ter importãncia por causa de uma?

    As pessoas com cancer etc estão proibidas de fazerem seus tratamentos por causa dessa porcária, tem cabimento, isso ninguém vê, vocês todos são inocentes demais, pelo amor de deus, use a lógica e não sentimentos e medo, eles estão fazendo o que querem com vocês.

    As pessoa não morre só de uma coisa só, desde do dia que nasceu está morrendo, ponha isso na cabeça, ou se não mude todos vocês e vão morar na lua pra dar sossego


    As coisas só vão mudar quando cada um tirar a cabeça do chão e enfrentar a vida de peito aberto, como a natureza ensinou, se não vai ficar nessa novela o resto da vida, nas mãos desses caras.

    Vocês acham que essas vacinas são de graça, lógico que não todos nós estamos bancando essa aventura perigosa, e porque os seus fabricantes estão lavando suas mãos e não dando garantia de nada contra efeitos colaterais, hoje ou daqui 10 anos?

    Primeira coisa é segurança e garantia o resto é balela, eles que ousem me obrigar a me vacinar com essas coisas eu e minha familia não somos rato de laboratório não.

    vai vir a onda 1,2,3,4,5,6,7,8,......... etc, enquanto vocês derem essas liberdades para eles,


    Ciência não é feito de achismos, tudo feito as coxas ou pulando etapas, pressa, adivinhos, politicos, palpiteiros. ISSO é PSEUDA CIÊNCIA


    Todo mundo sabe que o sol e exercicios faz bem pra saúde, o que não faz bem para saude é ficar enfurnado dentro de casa, recebendo essa dosagem de terrorismo todo santo dia da imprensa, dos governantes, ministros, promotores, juises, governadores... em nome de uma ciência que não é ciência e sim uma pseuda ciênncia



    Será que eles estão assistindo muito filme de ficção ciêncificas e querendo que todos se tornem zumbis?



    A vida emita a arte ( mas não na minha e da minha familia)





  • rraphael  28/12/2020 16:53
    secretário do estado de SP ao comentar sobre a minha região ignorar as medidas policialescas de fechar a economia local

    "Quando o município não segue as regras determinadas pela ciência..."

    que ciência, cara pálida ?

    ciência não é entidade, nem autoridade, para determinar coisas

    impossível chegar em 2021 e ter gente que ainda não entendeu que nunca se tratou de saúde , vírus ou qualquer outra ocorrência natural ...

    a ciência, assim como a justiça, foram prostituídas pelo estado

    detalhe: aqui na minha cidade vai tudo muito bem, obrigado. pelos pandeminions toda a população local deveria ter sido exterminada por completo desde o feriado de 7 de setembro, quando a imprensa necrotério recheou suas páginas com comentários absurdos sobre pessoas saindo de casa depois de meses trancadas pra ir tomar sol na praia

  • Breno  31/12/2020 22:10
    Estamos no final do ano e, por isso, vale fazer algumas observações:

    --> O aumento de mortes ocorrido entre o ano passado e esse ano ficou dentro da média dos últimos anos;

    --> O excesso de mortes ocorrido entre o ano passado e esse ano foi menor que o número divulgado de mortes causadas pelo vírus;

    --> Mesmo assim, o número divulgado de mortes causadas pelo vírus ficou dentro da margem se comparado ao número usual de mortes causadas por outras doenças, como pneumonia;

    --> Lockdown não funciona;

    --> O vírus não é atípico;

    --> Botaram medo e pavor nas pessoas tendo como base um elevado número de mortes ocorrido na Itália, sendo que a Itália costuma sofrer com fortes temporadas de gripe, inclusive, se juntarmos as duas últimas fortes temporadas de gripe vivenciada pelos italianos ( dez. 2013/ jan. 2014 ) e ( dez. 2016/ jan. 2017 ), o número de mortes chega a aproximadamente 68 mil;

    --> Politizaram o uso de um remédio conhecido há décadas, enquanto que, no surto de zika ocorrido há alguns anos atrás, teve até matéria no Jornal Nacional recomendando o uso deste, inclusive para mulheres grávidas;

    --> Estão querendo obrigar as pessoas a tomar uma vacina feita às pressas, cujos efeitos a curto, médio e longo prazo são desconhecidos;

    --> Inflaram o número de mortes;

    --> A mídia continua com sua agenda de desinformação e manipulação.

    Obs: Quem quiser complementar ou comentar algo, pode fazê-lo de bom grado.

  • Revoltado  02/01/2021 19:01
    Breno,

    Eis uma observação óbvia, porém validíssima:

    ----Canhotos vivem em um constante "doublethink"; basta um político do qual não lhes agrade emitir determinada opinião, mesmo sobre algo que necessariamente abarque a política "per se" que os vermelhos defendem o oposto apenas por tara ideológica e birra.
    Bato de todo na seguinte tecla: Bastaria Bolsonaro defender abertamente o ozõnio anal como ministração contra a COVID-19 que a cidade de Itajaí-SC (cujo prefeito concebeu tal idéia) para que toda a casta progressista adotasse um comportamento social e mesmo sexual de uma igreja protestante/evangélica. Teríamos uma "Novela das 8" tida como "de época", ambientada dentro duma igreja batista ultraconservadora, cujos herói principal seria um pastor assassino de bêbados, homossexuais, travestis e prostitutas e o principal vilão seria alguém deste segmento (talvez o "bêbado", já que esse seria o menos "minoria" dos demais grupos elencados); era capaz do movimento puritano "Eu Escolhi Esperar" ser apoiado pelos mesmos canhotos e a defesa pelo lockdown fosse não apenas combater o "coronga", mas quem sabe inibir também "pecados capitalistas", "burgueses" como a pratica recreativa do sexo e algum "estudo" surgiria dizendo que a COVID-19 e o HIV são na verdade o "mesmo vírus" (risos), resultado de usar-se o canal retal como veículo para prazeres carnais (rindo ainda por aqui)
  • Breno  04/01/2021 16:00
    Boa tarde, pessoal. À propósito, alguém poderia me indicar algum site que mostre os números totais de mortes de cada país nos últimos anos?
  • anônimo  04/01/2021 18:41
    Vá ao site do Registro Civil e você constatará que o aumento de mortes ocorrido entre esse 2020 e 2019 ficou dentro da média, possivelmente abaixo dos aumentos ocorridos entre os anos de 2015 e 2016 ( 13,9% ) e, também, de 2017 e 2018 ( 13,7%).

    Além disso, é notória uma anomalia ocorrida no número de mortes provocados por outras doenças, principalmente pneumonia, em relação ao ano passado, o que reforça mais ainda essa ideia.

    Ou então veja aqui:


  • Breno  05/01/2021 16:27
    Aqui do Brasil eu sei. Eu tô me referindo aos números totais de mortes de outros países. Aí, eu queria saber se alguém poderia me indicar algum site que mostre isso.
  • anônimo  05/01/2021 18:03
    No site statista.com tem. Não procurei de todos os países, mas procurei a Suécia.

    A Suécia está com o menor número de mortes totais desde 2010.

    www.statista.com/statistics/525353/sweden-number-of-deaths/

    Ou seja, fosse eu um pouquinho mais cínico, diria que a Covid aumentou a expectativa de vida dos suecos.

    E tem mais: o número diário de mortes totais de 2020, comparado aos anos anteriores, mostra uma história semelhante.

    Veja que, no índice semanal, o pico foi entre a 13a e 21a semana:

    www.statista.com/statistics/1115707/sweden-number-of-deaths-per-week/

    Ou seja, após dois meses e meio sem confinamento rígido, o número de óbitos começou a voltar ao "normal".

    Daqui a algumas décadas, historiadores e jornalistas mais sérios, não comprometidos com ideologias e politicagens, vão analisar esse período e dar gargalhadas de como fomos imbecis.
  • Analista de Risco  05/01/2021 21:30
    Na verdade, ainda faltam 2 semanas de dados.
    Fazendo uma conta de padaria, provavelmente entrará na conta mais uns 3500 óbitos na conta de 2020.

    Levando isso em consideração, tem-se um total de cerca de 95k, que de fato mostra-se maior que os últimos anos, mas muito longe da catástrofe que os coronalovers estavam prenunciando.
  • Breno  17/01/2021 19:23
    Vale, também, ressaltar que, se esse vírus fosse tão letal como dizem, teria ocorrido uma tragédia na Suécia, pois as circunstâncias são totalmente favoráveis ao vírus, como: clima mais frio, elevada população idosa e sistema de saúde péssimo.

    Sem o lockdown, seria de se esperar que houvesse uma catástrofe lá. Mas, não foi o que aconteceu.

    De fato, o número total de mortes foi maior que os últimos anos, mas, não chegou nem perto da tragédia que estavam anunciando.
  • Emerson Luis  03/04/2021 16:23

    "O que a humanidade precisa hoje é libertar-se de slogans sem sentido e retornar ao raciocínio sadio."

    Mises

    * * *
  • Askeladden  03/12/2021 00:44
    Jogo de interesses, nada de novo no reino da Dinamarca.
    Assim como na guerra meia dúzia ganha rios de dinheiro, destroem seus concorrentes e deixam a conta para o contribuinte pagar.
  • ELCIO ROBERTO FERREIRA MAIOLINI  03/12/2021 01:48
    Eu defendo que alguém aperte o botão vermelho. Começar uma sociedade quase do zero vai ser mais saudável que morrer lutando contra o que vem por ai. Hoje no meu dia a dia eu só enxergo escravos, no futuro vamos enxergar apenas ... nada.


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