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06/01/2016 00:00  por  Daniel Marchi \  economia

No Brasil, o que chamamos de "governo" não é nada além de um esquema de quadrilhas voltadas para o enriquecimento próprio, custe o que custar. É assim de alto a baixo, de Brasília a Pinguelinha do Mato-Dentro.

Com todo respeito — ou nem tanto —, se você ainda não percebeu isso ou você faz parte da gangue ou merece viver sob a espada dela.


04/01/2016 00:00  por  Ubiratan Jorge Iorio \  economia

Eles são terríveis por seu poder destrutivo, perigosos por sua capacidade de prestidigitação, assustadores por sua arrogância e aterradores por sua personalidade traiçoeira.

Podem ser encontrados em todos os cantos do Brasil, da América Latina e também, embora em menor número, na Europa e nos Estados Unidos, mas sua incidência é maior aqui entre nós, nas universidades, na mídia e em escritórios de órgãos e empresas estatais.

Os focos maiores dessa desastrosa mosquitama e nos quais as larvas há anos encontram ambiente favorável à reprodução, no entanto, se localizam em Campinas, no bairro carioca da Urca e nas universidades públicas de todo o país. Não voam, mas dão aulas; não picam, porém escrevem artigos; e não se reproduzem em águas paradas, mas nos livros e artigos em que aprendem suas falsas teorias.

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03/01/2016 00:00  por  Fernando Ulrich \  economia

Alguém se lembra do "Plano Brasil Maior"? Pois é, quem cresceu mesmo foram os problemas, porque a economia segue encolhendo e sem sinais de melhora.

E o que falar da iniciativa que prometia energia elétrica barata e abundante "sem nenhum risco de racionamento ou de qualquer tipo de estrangulamento no curto, no médio ou no longo prazo"? A classe média que o diga, pois está tendo de desligar o ar condicionado para poder quitar o crédito contraído para adquiri-lo. Mais um plano, digamos, de pouca sorte.

O BNDES ocupou lugar de destaque nos pacotes de benesses do governo Dilma, sendo o Programade Sustentação do Investimento, o tal do PSI, um dos seus grandes protagonistas. Iniciado em 2009 como um programa temporário de um ano apenas, acabou durando até o último dia de 2015, quando o governo finalmente decretou o seu merecido fim.


31/12/2015 00:00  por  Fernando Ulrich \  economia

Juro não entender o consenso entre os liberais — definidos aqui como de qualquer estirpe, conquanto que defendam a existência de algum estado — em delegar ao estado a provisão dos serviços de segurança, justiça, saúde e educação.

Os liberais dominam com maestria a teoria econômica e explicam como poucos o quão inerentemente ineficiente é o estado para prover qualquer serviço ou produto. Mas, por algum motivo — politicamente estratégico, talvez —, se recusam a aplicar as suas próprias lições à questão da segurança, justiça, saúde e educação.



30/12/2015 00:00  por  Adriano Gianturco e Brenda Pereira \  economia

Toda indústria entra em obsolescência. 

Foi o caso das máquinas de digitar, das operadoras de caixa nas agências bancárias, das crianças limpadoras de chaminés durante a Revolução Industrial, da câmera fotográfica analógica. Os seres humanos sempre encontram formas mais eficientes, mais baratas e melhores de servir seus semelhantes. Da mesma forma, a "Economia Compartilhada", Uber, Loup, Bridj, Leap, Via, Lyft line são o futuro do transportes. As prefeituras de Cingapura e Nova York estão já lançando os primeiros carros sem motorista para substituir os táxis.

Uber vai ganhar. Não tem como parar o progresso. Faça um favor à humanidade: não fique do lado errado da história.


23/12/2015 00:00  por  Leandro Roque \  economia

É novidade keynesianos não quererem assumir a paternidade de seus projetos.  Isso é algo que, devo confessar, nunca vi.  Deve ser mais uma daquelas pororocas brasileiras.

Recente reportagem da revista Época mostra que a Nova Matriz Econômica — até outro dia propagandeada por keynesianos com a emoção de quem vê uma crença se concretizar — ficou órfã.

Em um evento recente, [Luiz Carlos] Bresser-Pereira foi instado a comentar as ideias da turma da Unicamp. Seriam as tais ideias inspiradas na leitura rigorosa de lorde Keynes?

— Não! — disse, ao fim do debate na FGV, em agosto.

— Por quê?

— Porque não...  And that's all  (e isso é tudo).

Continua.

22/12/2015 00:00  por  Ícaro de Carvalho \  economia


Papai Noel depois da Nova Matriz Econômica
Ontem fui a um hiper-mercado. Fazia um ano que não ia a um desses. Sou um sujeito que prefere comprar no mercadinho ao lado, no açougue e no laticínio do bairro.

Dificilmente faço compras de mês.

Eis algumas coisas que eu observei ontem.


21/12/2015 00:00  por  Equipe IMB \  economia

Estamos nos aproximando rapidamente do estágio da derradeira reversão. O estágio em que o governo é livre para fazer qualquer coisa que quiser, enquanto os cidadãos só podem agir sob permissão. Este é o estágio dos mais sombrios períodos da história da humanidade, o estágio do domínio da força bruta.

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21/12/2015 00:00  por  Fernando Ulrich \  economia


"E aí, Barbosa, pra quanto vai o dólar?"

O pior de tudo é que basta Barbosa não fazer absolutamente nada para as finanças públicas se deteriorarem fortemente nos próximos meses. A inércia do governo já é garantia de agravamento do quadro fiscal. Com a total falta de governabilidade atual, esse parece ser o cenário-base. E dado a natural propensão do ministro ao keynesianismo, se algo fizer, o resultado será ainda mais desastroso.

Levy era o freio. Barbosa sempre foi o acelerador. E Dilma é a direção. Se você remove o freio e a direção está errada, qual o resultado?


18/12/2015 00:00  por  Fernando Ulrich \  economia

A farra monetária de crédito farto e barato levou a economia mundial a um boom completamente insustentável. E, liderado principalmente pelo crescimento chinês e sua voracidade por todo o tipo de matérias-primas, os preços das commodities decolaram.

Em um ciclo econômico, são os setores mais distantes do consumo os que mais se beneficiam da expansão creditícia. E quanto mais intensa tal expansão — e quanto mais baixa a taxa de juros —, maior a quantidade de investimentos errôneos em toda a cadeia produtiva.

Como foi possível tantas mentes brilhantes se equivocarem em tal magnitude? Por que tivemos bolhas imobiliárias em tantos países quase que ao mesmo tempo? Por que uma alta tão expressiva no preço das commodities nos anos 2000?





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